Indiscutivelmente a bebida mais famosa do mundo, depois da água. De manhã, há quem não consiga pensar sem primeiro ter tomado o seu café. Num dia de inverno, colocar as mãos frias na chávena de café pode ser um momento de autêntica teologia. Isto é, somos interiormente levados a agradecer a Deus, e
Hoje, o 18º domingo do Tempo Comum pinta-nos um cenário deserto e afastado, onde o Messias, triste com a morte de Seu primo João, se enche de compaixão, cura os doentes e termina com a (nossa) fome.
Para quê elogiar tamanho consenso? Talvez seja mais fácil encontrar um discurso cristão acerca da dignidade do trabalho do que uma espiritualidade do tempo livre.
Estamos muitos mais vezes errados do que julgamos, impomos os nossos enganos com teimosia e desacreditamos a verdade que alguém nos diz.
Passear com Deus. Talvez seja isto que nos falte. Torná-Lo mais próximo e deste jeito perceber que Ele efetivamente está. Deixar que Ele nos mostre e nos fale de como tudo é Seu e vem de Si.
Neste dia 31 de julho é a festa de Santo Inácio de Loyola, fundador da Companhia de Jesus, conhecida como os jesuítas, ordem que desempenhou um papel importante na contra reforma. O santo mestre dos discernimentos de espíritos é também padroeiro dos exercícios espirituais, dos retiros e dos soldados
«Dai de Graça, o que de Graça recebeste» (Mt10,8), diz assim Jesus. Noutras páginas tantas do evangelho, acrescenta: «Dai e ser-vos-á dado: uma boa medida, cheia, recalcada, transbordante será lançada no vosso regaço» (Lc 6,38). Ao longo da minha meditação sobre os evangelhos, constato que as parábo
O apego é uma condição própria do ser humano. Pelo lado positivo, pode gerar vinculação, também ela positiva e parte significativa dos laços sociais que estabelecemos uns com os outros ao longo da vida, que validam a certeza de que somos e nos cumprimos na relação com os outros.
Num período do ano em que a maioria aproveita o tempo de férias para descansar ou desenvolver outras atividades que durante o quotidiano de trabalho não consegue, esta obra é um bom motivo para uma viagem até à nossa essência ou, no mínimo, até à nossa interioridade.