Hoje, o 4º domingo do Advento, do Ano B, traz-nos A Mãe. A Mulher que partilhou o Seu Filho com a humanidade. A Menina que teve a coragem de um verdadeiro herói ao responder, humildemente: «Eis a escrava do Senhor…»
No processo purgatório que nos habilita a entrar pela “porta estreita” há um prévio percurso por três degraus, todos diferentes
Só quem tem a faculdade de se abandonar ao aberto experimenta o que seja a espera. De pequenas esperas os nossos dias transbordam e, não raro, parece que aí tudo se esgota
Até pode estar apenas no fundo de mim, mas nem sempre isso me parece tão claro assim. Há momentos em que a sinto envolver-me, partindo de dentro para fora, para me guardar e proteger.
Há quem nos visite. Despido e despojado. Há quem nasça para se tornar numa eterna visita capaz de chegar a todos. Existe quem se dirija a nós de mãos a abanar e que mesmo assim nos oferece tudo. São visitas que nos dão o céu. É gente que não descansa enquanto a sua vida não for escrita por todas as
ABECEDÁRIO da Carta Apostólica «Patris Corde» sobre São José (Papa Francisco)
Quem reza nunca deixa o mundo para trás. Se a oração não recolhe as alegrias e tristezas, as esperanças e angústias da humanidade, torna-se uma atividade “decorativa”, uma atitude superficial, teatral, uma atitude intimista. Todos precisamos de interioridade: de nos retirarmos para um espaço e um te
O ouro é valioso por ser raro. Uma carta recebida e escrita à mão é preciosa por ser rara. Se um filho que, habitualmente, não lê, pega num livro e pede-nos para lhe oferecermos, é difícil recusar, por ser raro. Ou seja, tudo o que é raro tem valor. Aliás, a célebre frase — «uma imagem vale mais do
Fugiu do Sudão do Sul por causa da guerra. Agora é refugiado no Uganda