Não esperes pelo Natal para pedir perdão.
Todos sabemos que a nossa sociedade é consumista. Mesmo em tempo de crise, obriga-nos a dar muita atenção à exterioridade, à imagem; cria necessidades a satisfazer; fecha-nos em ambientes abafados onde não fazemos, ou não queremos fazer, perguntas sobre o sentido de tudo o que vivemos e fazemos.
Precisamos tanto de a encontrar: a esperança. De a encontrar e de deixar que ela nos envolva e nos conforte.
Era uma vez um velho rei que queria conhecer melhor a alma do seu povo e decidiu percorrer o país, vestido com umas pobres roupas de lavrador para que ninguém o conhecesse. Ao chegar a uma aldeia da planície, palmilhou algumas ruelas e estranhou que as pessoas o olhassem com algum desdém e lhe viras
Decidir é arriscado. Mas sempre que falhamos devemos aprender alguma coisa.
A nossa fé é, muitas vezes, colocada em causa. Muitos perguntam-nos o porquê de acreditarmos neste Deus revelado por Jesus Cristo e não em tantos outros. Questionam-nos o porquê de ter vivido num determinado tempo e ter passado por apenas algumas regiões do Médio Oriente. Desafiam-nos sobre a incoer
Uma das consequências da Teoria da Relatividade de Albert Einstein é a de que os nossos relógios marcam tempos infimamente diferentes conforme a nossa velocidade. Se nos movemos mais rapidamente de um lado para o outro, envelhecemos menos, mas temos, também, menos tempo para pensar. Pois, tudo o que
Parece que o universo nos tem posto à prova. Tal como naqueles dias de Verão em que brincávamos no mar ou na piscina com os amigos ou os primos. Havia sempre alguém com a ideia tonta de empurrar a cabeça de alguém para baixo de água. E naqueles milésimos de segundo, entre a luta e a brincadeira, hav
No Advento anterior a esta pandemia da Covid-19, a correspondente dos assuntos no Vaticano do jornal francês La Croix,Isabelle de Gaulmyn, escreveu o seguinte: