2º Domingo da Quaresma | Ano A |

Liturgia 1 março 2026  •  Tempo de Leitura: 2

Foi há muito, muito tempo:
há cerca de 100 milhões de anos, algumas traças trocaram a noite pelo dia
e começaram a voar à luz do sol – foi a partir daí que todas as borboletas se desenvolveram.
Cláudia Carvalho Silva [in público 20/05/2023]

 

Quantas vezes, na tua vida, pensaste em mudar de terra?

Em mudar de trabalho?

Em mudar de família?

Em mudar de religião?

Em mudar a tua vida?

 

Já reparaste quando é que anseias essas mudanças?

Sempre que há falta de luz!

Sempre que perdes a luz!

Sempre que apagas a luz!

Sempre que não vês a luz!

Sempre que não és luz!

 

 

«O seu rosto ficou resplandecente como o sol
e as suas vestes tornaram-se brancas como a luz.
»

 

 

Jesus transfigurou-se!

Hoje, a palavra Transfiguração bate à tua porta.

O convite não é para deixares entrar…

É preciso pegar na mochila e subir a montanha!

 

Lá no alto, onde pensamos que estamos perto do Senhor que nos chama e nos dá a VIDA,

acendemos a chama da Fé… carregamos baterias!

MAS, não podemos perder o verdadeiro sentido da nossa transfiguração.

Somos FILHOS de DEUS! Muito… muito amados.

E… ELE ama-nos como somos, porque foi O Senhor Misericordioso quem nos criou assim!

 

 

Que esta Filiação Divina incendeie no teu coração a audácia de abrir asas e voar!

Não estás cansada de ser traça?

Revela-Te como Luz e faz jus à fidelidade que Deus tem para contigo!

Vai sem medo e não mudes quem és!

Transfigura-te…

Liliana Dinis

Cronista Litúrgica

Liliana Dinis. Gosta de escrever, de partilhar ideias, de discutir metas e lançar desafios! Sem música sente-se incompleta e a sua fonte inspiradora é uma frase da Santa Madre Teresa de Calcutá: “Sou apenas um lápis na mão de Deus!”
Viver ao jeito do Messias é o maior desafio que gosta de lançar e não quer esquecer as Palavras de S. Paulo em 1 Cor 9 16-18:
«Porque, se eu anuncio o Evangelho, não é para mim motivo de glória, é antes uma obrigação que me foi imposta: ai de mim, se eu não evangelizar. (…) Qual é, portanto, a minha recompensa? É que, pregando o Evangelho, eu faço-o gratuitamente, sem me fazer valer dos direitos que o seu anúncio me confere.»

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