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Depois da parábola do servo impiedoso que não sabe reiterar a misericórdia e o perdão obtidos (cf. Mt 18, 21-35), eis uma parábola sobre a escandalosa misericórdia de Deus.
Jesus pede a correção e a reconciliação entre aqueles que estão em conflito, entre o ofendido e o ofensor, mas também as pede em nível comunitário, quando um membro da comunidade, mediante o seu pecado, contamina todo o corpo, torna-se sujeito de escândalo, de obstáculo para a vida cristã,
ressurreição não como vingança sobre a morte, mas como fruto da paixão e da morte.
“O Papa Francisco tem um estilo capaz de mudar a simbologia do papado – observou Bianchi – e quer iniciar o processo de reforma, como ele mesmo admitiu. Ele é capaz de se humilhar pela unidade da Igreja e irá aonde os outros lhe pedirem.”
Publicamos aqui o comentário do monge italiano Enzo Bianchi, fundador da Comunidade de Bose, sobre o Evangelho deste 19º Domingo do Tempo Comum, 13 de agosto (Mt 14, 22-33).
Publicamos aqui o comentário do monge italiano Enzo Bianchi, fundador da Comunidade de Bose, sobre o Evangelho da festa da Transfiguração do Senhor, 6 de agosto (Mt 17, 1-9)
Mas as parábolas de Jesus, relatos que querem revelar um sentido oculto, podem nos iluminar. Jesus recorre à realidade, ao mundo camponês da Galileia, àquilo que viu, contemplou e pensou, porque tomava tempo para observar e encontrar inspiração para as suas palavras,
No tempo de Jesus, os pastores estavam presentes por toda a parte na Palestina e eram encontrados nos campos e nas cidades, nas planícies e nas montanhas.
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