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São jovens, jogam à bola e têm mesmo talento para o futebol. No entanto, não é por causa disso que são conhecidos em Marmarita, uma pequena localidade no Vale dos Cristãos que se tornou refúgio de milhares de pessoas fugidas da guerra. Os onze jovens são voluntários da Igreja e estão ao serviço dos
A história de Warda Masihiya daria um filme. Talvez mesmo uma novela. Nasceu em Mossul, no Iraque, numa tradicional família muçulmana com regras bem definidas. E apertadas. A tal ponto que, aos 17 anos, lhe deram a conhecer o homem com quem iria casar. A sua vida mudou nesse instante…
Oito anos de guerra, mais de 500 mil mortos. A Síria transformou-se num campo de batalha onde ninguém foi poupado. Nem as crianças. A pensar nelas e na urgência de uma verdadeira paz, a Fundação AIS lançou neste Natal uma campanha muito especial.
Mais de 60 mortos, entre os quais dois sacerdotes. Foi um verdadeiro massacre. Muitos morreram calcinados. O ataque de 15 de Novembro contra a Catedral e um campo de refugiados em Alindao, na RCA, foi apenas o mais recente episódio numa longa lista de violência que teve início em 2103.
Majd Jalhoum era dentista em Homs, a cidade onde começou a guerra na Síria. A violência dos combates obrigaram-na a fugir, tal como milhares de pessoas. Hoje vive em Marmarita, uma pequena localidade no chamado Vale dos Cristãos.
Estava ajoelhado no chão, perto da igreja, quando soldados dispararam contra ele. Três vezes. Ninguém consegue compreender porque razão o mataram. Gerard Anjiangwe tinha apenas 19 anos de idade. O jovem seminarista sonhava servir a Igreja do seu país. As aulas iam recomeçar no dia 12 de Outubro.
A cidade de Homs esteve no centro da guerra na Síria. Por lá travaram-se encarniçadas batalhas que trouxeram sofrimento e morte. No meio do caos, algumas irmãs do Sagrado Coração faziam o que podiam em socorro das populações. E nunca deixaram de erguer as suas vozes ao Céu em oração,
Poderia ser apenas o enredo de um romance de cordel. Infelizmente, aconteceu mesmo no longínquo Paquistão. Uma jovem recusou uma proposta de casamento que a obrigaria a ter de mudar de religião, a ter de renunciar ao Cristianismo e a converter-se ao Islão.
Nos sete países que constituem a chamada Península Arábica há cada vez há mais cristãos. São quase todos estrangeiros, normalmente operários da construção civil, pessoas que emigraram em busca de melhores condições de vida. Mas a realidade é, muitas vezes, bem dura…
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