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O tema deste domingo é, evidentemente, o Espírito Santo. Dom de Deus a todos os crentes, o Espírito dá vida, renova, transforma, constrói comunidade e faz nascer o Homem Novo.
Viral é a palavra repetida quando, nas redes sociais, um tema, uma notícia ou simples imagem tem um sucesso inquestionável. Torna-se viral porque se assemelha a um poderoso vírus que se impõe, invade os nossos espaços, e é capaz de contaminar até os mais resistentes.
O Catecismo da Igreja Católica diz que: “Os sete dons do Espírito Santo são: sabedoria, inteligência, conselho, fortaleza, ciência, piedade e temor de Deus. Em plenitude, pertencem a Cristo, Filho de Davi. Completam e levam à perfeição as virtudes daqueles que os recebem” (n.1831).
A despedida de alguém que amamos é quase sempre um mergulho no espaço da melancolia, um reavivar dos medos ancestrais, o temor de voltar a ser abandonado, posto de parte e esquecido.
De uma anterior visita de outro Papa a Portugal recordo o lema que então animou os tempos seguintes: “O Papa foi; o Espírito ficou!”
A leitura que a Igreja propõe neste domingo é o Evangelho segundo João capítulo 14,15-21 que corresponde ao Sexto Domingo de Páscoa, ciclo A do Ano Litúrgico. O teólogo espanhol José Antonio Pagola comenta o texto.
Publicamos aqui o comentário do monge italiano Enzo Bianchi, fundador da Comunidade de Bose, sobre as leituras deste 6º Domingo da Páscoa.
O texto que o Evangelho deste Domingo VI da Páscoa (João 14,15-21) nos oferece enquadra-se naquele monumental Testamento que, no IV Evangelho, Jesus pronuncia, em ondas sucessivas, após a Ceia com os seus Discípulos (João 13,12-17,26).
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