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A leitura que a Igreja propõe neste domingo é o Evangelho segundo João capítulo 3,16-18 que corresponde a Festa da Santíssima Trindade, ciclo A do Ano Litúrgico. O teólogo espanhol José Antonio Pagola comenta o texto.
Publicamos aqui o comentário do monge italiano Enzo Bianchi, fundador da Comunidade de Bose, sobre as leituras deste domingo, 11 de junho, festa da Santíssima Trindade.
EM DEUS, PENSAMENTO, EXPRESSÃO, COMUNICAÇÃO, EFEITO, ALFA E OMEGA, SÃO SIMULTÂNEOS E COETERNOS
A Festa que hoje celebramos não é um convite a decifrar o mistério que se esconde por detrás de «um Deus em três pessoas»
Os termos que Jesus escolhe para falar da Trindade (João 3, 16-18) são nomes de família, de afeto: Pai e Filho, nomes que abraçam, que se abraçam. Espírito é nome que diz respiração: cada vida volta a respirar quando se sabe acolhida, tomada de cuidado, abraçada.
No domingo a Igreja celebrou a Festa de Pentecostes, dia em que se cumpriu a promessa de Cristo aos apóstolos de que o Pai lhes enviaria o Espírito Santo para guia-los na missão evangelizadora. Para compreender melhor esta data, apresentamos 8 chaves:
“Eis o início da Igreja, eis a cola que nos mantém unidos, o cimento que une os tijolos da casa: o perdão”.
A leitura que a Igreja propõe neste domingo é o Evangelho segundo João capítulo 20, 19-23 que corresponde ao Domingo da Pentecostes, ciclo A do Ano Litúrgico. O teólogo espanhol José Antonio Pagola comenta o texto.
O Evangelho da Solenidade deste Dia Grande de Pentecostes (João 20,19-23) mostra-nos os discípulos de Jesus fechados num certo lugar, por medo dos judeus.
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