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Mateus 28,16-20: última página do Evangelho de Mateus, que hoje, Solenidade da Santíssima Trindade, é solenemente proclamada para nós. Encerra o Evangelho de Mateus, condensa-o e resume-o, e abre aos Discípulos e Irmãos do Ressuscitado novos e insuspeitados horizontes.
A Festa que hoje celebramos não é um convite a decifrar o mistério que se esconde por detrás de "um Deus em três pessoas"; mas é um convite a contemplar o Deus que é amor, que é família, que é comunidade e que criou os homens para os fazer comungar nesse mistério de amor.
Quando eu era muito pequeno, julgava-me filho único com direito a usufruir em exclusivo do afeto dos meus pais, bem como de todos os seus bens. Nesse tempo, tudo era meu e eu ainda não sabia o que era partilhar.
«A feliz veneração em honra à Mãe de Deus da Igreja contemporânea, à luz das reflexões sobre o mistério de Cristo e sobre a sua própria natureza, não poderia esquecer aquela figura de Mulher (cf. Gal. 4,4), a Virgem Maria, que é Mãe de Cristo e com Ele Mãe da Igreja.
O Evangelho da Solenidade deste Dia Grande de Pentecostes (João 20,19-23) mostra-nos os discípulos de Jesus fechados num certo lugar, por medo dos judeus. O Ressuscitado
O tema deste Domingo é, evidentemente, o Espírito Santo. Dom de Deus a todos os crentes, o Espírito dá vida, renova, transforma, constrói comunidade e faz nascer o Homem Novo.
Era o primeiro dia da semana quando o Cristo estigmatizado lhes ofereceu a paz. O Mestre ferido, agora ressuscitado, reconforta a comunidade, sopra sobre ela, também ferida pela traição e pelo desencanto, e confere-lhe a responsabilidade de ser a promotora da reconciliação entre os homens e dos
ambém hoje, Solenidade da Ascensão do Senhor, dada a riqueza e a delicadeza da filigrana do texto do Evangelho de Marcos 16,15-20, que constitui a sua conclusão, e que vamos ter a graça de escutar, parece-me importante começar por colocar o texto diante dos nossos olhos, começando com o v. 14:
Nós somos os seus herdeiros e os instrumentos através dos quais ela pode chegar «a toda a parte». Não há alternativa. Lembro-me da velha anedota do anjo que vendo Jesus chegar ao céu, em dia de ascensão, perguntou-lhe surpreendido o que fazia ali, tão cedo, quando devia estar entre os homens, na