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Apreciamos o talento de artistas e génios, pessoas que parecem estar num nível superior aos comuns dos mortais, vindos até, quem sabe, de outra galáxia. Mas é fácil esquecer o trabalho, a persistência e tenacidade de quem não desiste de melhorar. Porque não dá nas vistas, não se gosta de aprender co
A esperança cristã não é passiva. Não é demissão, mas compromisso. Sabemos com quem nos vamos encontrar. Porque Ele mesmo já veio ao nosso encontro. Que o seu nome é Pai e Amigo. É Amor. No tempo que nos é dado, somos responsáveis pelo cuidado do mundo e pela felicidade dos outros. A nossa brotará d
Não nos deixemos enganar, o dia de Todos os Santos evoca mais para as crianças (e adultos…) um tempo de férias do que a santidade. E no entanto, muitas entre elas, mesmo que não frequentem a catequese, sabem que têm o nome de um santo ou de uma santa que viveu há muito tempo. Como explicar, então, o
Mais do que um “slogan”, o amor é um projecto. É o maior projecto de Deus, que é a fonte do Amor. Aprovado na generalidade e na especialidade, com todos os meios para se erguer em cada dia e em cada situação. Basta que nos demos a ele. E recordo outra imagem cinéfila: o discurso de Charlie Chaplin n
“O tempo não está para festas!” dizia há dias alguém, desalentado. E não se referia ao tempo atmosférico, nem ao tempo de crise, mas sim ao tempo de pandemia. Distanciamento social, ajuntamentos com o máximo de 6 pessoas, na rua e até em casa (em alguns países), máscaras e higienização das mãos, est
10. É aqui que a parábola nos atinge a TODOS em cheio. Vistas bem as coisas, só o Rei fala nesta parábola. E se ouvirmos bem, DIZ-nos: «Amigo!…».
“O tempo não está para festas!” dizia há dias alguém, desalentado. E não se referia ao tempo atmosférico, nem ao tempo de crise, mas sim ao tempo de pandemia. Distanciamento social, ajuntamentos com o máximo de 6 pessoas, na rua e até em casa (em alguns países), máscaras e higienização das mãos, est
Não há parábola mais dura de Jesus contra os chefes e dirigentes de Israel do que a dos “vinhateiros homicidas”. A ânsia de possuir, a vinha…, o povo…, o mundo…, cega aqueles que eram arrendatários. Até chegar à própria morte do herdeiro. E a parábola ganha asas para a realidade de todos os tempos e
Ser terra de Deus. Ser terra sagrada. Ser lugar onde as sementes de Deus crescem e dão fruto. Esta é a nossa vocação enquanto batizados. Só assim, o Reino de Deus se torna uma presença neste mundo.