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Majd Jalhoum era dentista em Homs, a cidade onde começou a guerra na Síria. A violência dos combates obrigaram-na a fugir, tal como milhares de pessoas. Hoje vive em Marmarita, uma pequena localidade no chamado Vale dos Cristãos.
Ao longo da entrevista, Tomáš Halík pára por vezes durante largos segundos para pensar na resposta. Noutras, volta atrás, porque a ideia não estava a sair como pretendia. “Escrevo os meus livros para pessoas com mentes e corações abertos”, dirá, a terminar.
Estava ajoelhado no chão, perto da igreja, quando soldados dispararam contra ele. Três vezes. Ninguém consegue compreender porque razão o mataram. Gerard Anjiangwe tinha apenas 19 anos de idade. O jovem seminarista sonhava servir a Igreja do seu país. As aulas iam recomeçar no dia 12 de Outubro.
A cidade de Homs esteve no centro da guerra na Síria. Por lá travaram-se encarniçadas batalhas que trouxeram sofrimento e morte. No meio do caos, algumas irmãs do Sagrado Coração faziam o que podiam em socorro das populações. E nunca deixaram de erguer as suas vozes ao Céu em oração,
O país aparece ainda entre os 10 países (em 34 analisados) onde as pessoas mais dizem que a religião "é uma componente importante da sua identidade nacional”.
Há que manter a lucidez crítica do nosso ambiente familiar e, como devir civilizacional, peneirarmos o que é de mimetizar e transmitir a gerações seguintes e o que, pelo contrário, podemos interromper e não perpetuar.
Poderia ser apenas o enredo de um romance de cordel. Infelizmente, aconteceu mesmo no longínquo Paquistão. Uma jovem recusou uma proposta de casamento que a obrigaria a ter de mudar de religião, a ter de renunciar ao Cristianismo e a converter-se ao Islão.
Nos sete países que constituem a chamada Península Arábica há cada vez há mais cristãos. São quase todos estrangeiros, normalmente operários da construção civil, pessoas que emigraram em busca de melhores condições de vida. Mas a realidade é, muitas vezes, bem dura…
Chegou a ter casamento marcado. Quem a conheceu, alegre e divertida, nunca diria que aquela jovem, amante de cinema, das praias do Rio de Janeiro e do carnaval, alguma vez se deixaria deslumbrar pela vida monástica. E, 54 anos depois de ter atravessado a porta do mosteiro beneditino pela primeira