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“Maria, Mãe da esperança” foi o tema da catequese do Papa Francisco na Audiência Geral desta quarta-feira, dia 10 de maio de 2017.
É evidente que a modernidade lança um olhar de desconfiança em relação a títulos do âmbito religioso que lhe soam como arcaísmos, ilegíveis à luz da sua mundividência: vigário de Cristo, sumo pontífice, sucessor do príncipe dos apóstolos, servo dos servos de Deus, etc.
Após a saída de Barack Obama, do cargo de Presidente dos Estados Unidos da América, o mundo ficou órfão de referências, fontes de inspiração e de liderança. Podemos ser mais ousados e reduzir ao Sumo Pontífice Francisco o papel de grande líder inspirador que ainda ficou no activo.
A poucos dias da visita ao Santuário de Fátima, o Papa lembrou a mensagem de Nossa Senhora e pediu a protecção para os dez padres que ordenou este domingo.
O papa deplorou hoje, no Vaticano, que se tenha chamado «mãe» àquela que é considerada a maior bomba não nuclear do mundo, lançada em abril pelos EUA no Afeganistão para destruir túneis alegadamente pertencentes ao Estado Islâmico.
Hoje quero falar a vocês da Viagem apostólica que, com a ajuda de Deus, eu realizei nos últimos dias ao Egito.
O Papa Francisco manteve a tradição e sábado (29/04), no voo de regresso a Roma da Cidade do Cairo, respondeu a algumas perguntas dos jornalistas que participaram da viagem ao Egito (28 e 29/04). A conversa durou cerca de 30 minutos e foram tocados vários temas.
Isto é possível se a pessoa consagrada não ceder às tentações que todos os dias encontra no seu caminho. Gostaria de evidenciar algumas dentre as mais significativas. Já as conheceis, porque estas tentações foram bem descritas pelos primeiros monges do Egito.
Hoje, o Evangelho do terceiro domingo de Páscoa fala-nos do itinerário dos dois discípulos de Emaús que deixaram Jerusalém. Um Evangelho que se pode resumir em três palavras: morte, ressurreição e vida.