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A tentação de eliminar a ferida está sempre à espreita: «Alguns procuram esquecê-la para não ter este remorso e pensam nos outros: «Mas aqueles desventurados, como sofrem na guerra, aqueles ditadores que matam as pessoas...». Pensa-se nos pecados do próximo para não reconhecer os próprios.
“Pensem em um jovem a quem não foi ensinada a virtude da espera e da paciência, que não teve que suar por nada, que queimou as etapas e aos vinte anos “já sabe como funciona o mundo”. Está destinado à pior condenação: a de não desejar mais nada.
«Familiaridade» foi a palavra-chave da homilia pronunciada pelo Papa Francisco durante a missa celebrada em Santa Marta na manhã de terça-feira, 26 de setembro. O centro foi a perspetiva que cada cristão tem de «se sentir família de Jesus», viver em «proximidade» com ele cada momento do dia,
A pergunta sucessiva então é: «Como se espera a consolação?» A resposta é: «Como aquela virtude humilde, a mais humilde de todas: a esperança. Espero que o Senhor me visite com a sua consolação».
Através desta parábola, Jesus quer abrir os nossos corações à lógica do amor do Pai, que é gratuito e generoso. Trata-se de se deixar maravilhar e fascinar pelos “pensamentos” e pelas “vias” de Deus que, como recorda o profeta Isaías, não são os nossos pensamentos nem os nossos caminhos
“A porta para encontrar Jesus é reconhecer-se pecador”, afirmou o Papa Francisco na Missa celebrada na manhã desta quinta-feira, na Capela da Casa Santa Marta. A sua homilia repassou a conversão de São Mateus
A catequese de hoje pretende «educar para a esperança», desenvolvendo-se sob a forma dum colóquio direto com um «tu», um jovem, uma pessoa qualquer disposta a aprender: Vive, ama, acredita. E, com a graça de Deus, nunca desesperes. Vive para algo que está acima de ti: cultiva ideais.
Consultar-se durante seis meses com um psicanalista judeu não foi a única revelação inédita que o Papa Francisco fez ao seu entrevistador Dominique Wolton, no livro que foi publicado na França, há algumas semanas.
O que significa «ver com o coração», sentir deveras «compaixão» e não simples «pena» diante da dor das pessoas.