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Por isso «peçamos ao Senhor a graça de nos envergonharmos» diante de Deus omnipotente que «nos abraça» com toda a sua misericórdia. Hoje, «o profeta Baruc indica-nos o caminho certo para pedir perdão», afirmou o Papa Francisco em Santa Marta.
Pôr-se «a caminho para voltar a encontrar as próprias raízes» e nelas ganhar «a força de ir em frente». Eis o itinerário humano e espiritual sugerido pelo Papa na homilia da missa celebrada em Santa Marta na manhã de 5 de outubro.
O cristão é um missionário de esperança; e não por mérito próprio mas graças a Jesus, grão de trigo que, caído em terra, morreu para dar muito fruto. Não é um arauto ou um profeta de desgraças, como se tudo tivesse terminado no calvário ou na sepultura. O essencial do seu anúncio é Jesus...
Na audiência geral o Papa anunciou uma reunião pré-sinodal aberta inclusive aos fiéis de outras religiões e não-crentes
«Pedir a Jesus a graça de o seguir de perto», para não o deixar sozinho, superando assim as tentações de olharmos para nós mesmos e «dividir o bolo» dos interesses pessoais: foi o conselho espiritual sugerido por Francisco na missa celebrada na terça-feira, 3 de outubro, em Santa Marta.
«Empenhemo-nos a ler e a meditar a Bíblia, especialmente o Evangelho». É este o encorajamento do papa Francisco no angelus dominical, que celebrou em Bolonha, no dia 1 de outubro de 2017.
A tentação de eliminar a ferida está sempre à espreita: «Alguns procuram esquecê-la para não ter este remorso e pensam nos outros: «Mas aqueles desventurados, como sofrem na guerra, aqueles ditadores que matam as pessoas...». Pensa-se nos pecados do próximo para não reconhecer os próprios.
“Pensem em um jovem a quem não foi ensinada a virtude da espera e da paciência, que não teve que suar por nada, que queimou as etapas e aos vinte anos “já sabe como funciona o mundo”. Está destinado à pior condenação: a de não desejar mais nada.
«Familiaridade» foi a palavra-chave da homilia pronunciada pelo Papa Francisco durante a missa celebrada em Santa Marta na manhã de terça-feira, 26 de setembro. O centro foi a perspetiva que cada cristão tem de «se sentir família de Jesus», viver em «proximidade» com ele cada momento do dia,