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Nunca se pode fechar a porta na cara aos pais que pedem o batismo para o seu filho, mesmo se não são casados pela igreja... Foi o convite vigoroso a abrir sempre as portas aos outros, e também a si mesmos, sugerido pelo Papa na missa celebrada na manhã de quinta-feira, 19 de outubro, em Santa Marta.
Esta é a nossa esperança perante a morte. Para quem acredita é uma porta que se abre de par em par. Para quem dúvida é um raio de luz que passa por um buraquito que não se fechou completamente. Mas para todos será uma graça, quando essa luz, do encontro com Jesus, nos iluminar – concluiu o Papa.
«No que consiste esta insensatez?». E a primeira resposta do Papa foi «é um não ouvir; literalmente pode-se dizer um “néscio”, “não sabe”, não ouve. A incapacidade de ouvir a Palavra: quando a Palavra não entra, não a deixo entrar porque não a ouço.
«Muitas vezes Jesus, nas suas pregações, nos admoesta para que sejamos vigilantes, que vigiemos, que permaneçamos em expetativa». Numa ocasião, acrescentou Francisco, disse para vigiar «porque não conheceis a hora na qual virá o filho do homem».
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“Cada manhã é uma página branca que o cristão começa a escrever com as obras de bem” e “nenhuma noite é longa a ponto de fazer esquecer a alegria da aurora”, “ a certeza de que no final de nossa história está Jesus Misericordioso, é suficiente para ter confiança e não amaldiçoar a vida”.
O homem sente dificuldade para entrar na lógica de Deus e com frequência aplica um conceito de «justiça» que ressente da sua «rigidez» e «teimosia». Limitado como é ao pequeno horizonte do seu coração, não consegue compreender o modo como «o Senhor age», a sua misericórdia infinita e a sua vontade
«Esta não é uma narração para crianças: este é o mistério de Jesus Cristo» insistiu o Pontífice. E «ouvindo esta parábola, compreenderemos mais profundamente a amplidão do mistério de Jesus Cristo».
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