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Jesus diz-nos: «Permanecei no meu amor. Não saiais do meu amor». E cada um de nós pode perguntar-se no coração - no próprio coração: «Eu permaneço no amor do Senhor? Ou saio, procurando outras coisas, outros divertimentos, outras condutas de vida?».
“Viver na corrente do amor de Deus, estabelecer a morada, é a condição para que o nosso amor não perca pelas ruas o seu ardor e a audácia", disse Francisco.
Na missa na Casa Santa Marta, Francisco afirmou que os fiéis têm "faro" para reconhecer um bispo verdadeiro, que dá a vida a suas ovelhas.
Na edição de maio de 'O Vídeo do Papa', Francisco pede aos leigos para que sejam criativos e não se fechem nos próprios interesses e preocupações, dando bons exemplos de solidariedade e compromisso social.
Na capela da Casa Santa Marta, o Pontífice celebrou a Missa e falou das atitudes que devem caracterizar a transmissão da fé.
“Queridos irmãos e irmãs, quando molhamos a mão na água benta e fazemos o sinal do Cruz, pensemos com alegria e gratidão ao Batismo que recebemos, e renovamos o nosso ‘Amém’, per viver imergidos no amor da Santíssima Trindade.”
Comentando o Evangelho do dia que propõe o momento em que Jesus se apresenta como a verdadeira videira o Papa observa: "Trata-se de permanecer com o Senhor para encontrar a coragem de sair de nós mesmos"
O Céu não é «abstrato ou longínquo», mas é o «encontro de pessoa a pessoa» com Jesus, que aguarda cada ser humano e reza por ele, sublinhou hoje o papa na missa a que presidiu, no Vaticano.
"Sem amor, a Igreja não vai para frente, a Igreja não respira. Sem o amor, não cresce, transforma-se numa instituição vazia, de aparências, de gestos sem fecundidade", disse Francisco.