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«A pobreza é "mãe" e é "muro" da vida apostólica. É mãe porque a faz nascer, e muro porque a protege», declarou o papa esta segunda-feira, no Vaticano, durante a abertura dos trabalhos da assembleia geral dos bispos italianos.
Na homilia, o Santo Padre ressaltou que nos Evangelhos, Maria sempre é indicada como “Mãe de Jesus”, não “a Senhora” ou “a viúva de José”: a sua maternidade percorre toda a Sagrada Escritura, desde a Anunciação até o fim.
Na Primeira Leitura da liturgia de hoje, a vinda do Espírito Santo no Pentecostes é comparada a uma «forte rajada de vento» (At2, 2). Que nos diz esta imagem? A rajada de vento sugere uma força grande, mas não finalizada em si mesma: é uma força que muda a realidade.
Na capela da Casa Santa Marta, o Pontífice celebrou a missa comentando o trecho do Evangelho de João dedicado ao último diálogo entre o Senhor e Pedro.
Trata-se de uma “unidade de salvação”, “que faz a Igreja”, uma unidade que vai rumo à eternidade. “Quando nós na vida, na Igreja ou na sociedade civil trabalhamos pela unidade, estamos no caminho que Jesus traçou”, disse Francisco.
Quando se trata de crianças, cabe aos pais e aos padrinhos alimentar a chama da graça batismal. “A educação cristã é um direito das crianças”, repetiu duas vezes Francisco, citando o Rito do Batismo das Crianças.
Francisco falou da missão do bispo inspirando-se na despedida de Paulo dos anciãos em Éfeso. "Paulo não tinha nada, somente a graça de Deus, a coragem apostólica e a revelação de Jesus Cristo."
"Todos nós cristãos recebemos este dom: a abertura, o acesso ao coração de Jesus, à amizade de Jesus. Recebemos na sorte o dom da sua amizade. O nosso destino é ser seus amigos", disse Francisco na homilia na Casa Santa Marta.
Papa Francisco: "A Ascensão nos exorta a olhar para o céu para, em seguida, dirigi-lo para a terra, realizando as tarefas que o Senhor ressuscitado nos confia".