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O Evangelho desta segunda-feira (Lc 21,1-4) inspirou a homilia do Papa Francisco na Casa Santa Marta, em que advertiu para a "doença do consumismo".
O reino de Deus é um reino "fundado no amor e se enraíza nos corações, dando àqueles que o acolhem paz, liberdade e plenitude de vida”, não é alcançado por meios humanos, está acima do poder político, e não se realiza "com a revolta, a violência e a força das armas", destacou o Papa Francisco
Diante de cerca de 15 mil fiéis na Praça S. Pedro, o Papa Francisco explicou o último mandamento: não cobiçar o cônjuge do próximo e as coisas alheias.
No Evangelho de hoje, Jesus diz que a história dos povos e a de cada um têm um fim e uma meta a ser alcançada: o encontro definitivo com o Senhor.
Em sua homilia na missa matutina, o Papa comentou o Evangelho do dia, extraído de Lucas, sobre a Igreja e a chegada do Reino de Deus. “A Igreja cresce no silêncio, é o estilo eclesial”, disse o Papa.
Na Audiência Geral de quarta-feira, o Papa Francisco deu continuidade às catequeses sobre os 10 mandamentos, falando sobre o oitavo: “Não levantarás falso testemunho contra teu próximo”.
“O que é pior é que a sua ostentação é sobretudo de natureza religiosa, porque eles fazem longas orações para serem vistos e se servem de Deus para se credenciarem como defensores de sua lei. E essa atitude de superioridade e de vaidade os leva ao desprezo daqueles que contam pouco ou se encontram
"O que atrai é o testemunho, não as palavras, que certamente ajudam, mas o testemunho é o que atrai e faz a Igreja crescer", disse Francisco.
Na catequese de quarta-feira (07/11), o Papa Francisco prosseguiu o ciclo sobre os Dez Mandamentos, comentando o sétimo da lista, "não roubar", à luz da sabedoria cristã.