Senhora de Fátima, Senhora do Céu

Mariologia 13 maio 2017  •  Tempo de Leitura: 2 min

Onde quer que eu esteja,

Sei que me esperas, sempre, àquela hora do terço.

Mesmo que não te visite, que as ondas da rádio não me levem até Ti,

Sei que me esperas, sei que te lembras de mim, aí.

 

Hoje, olho de longe para a Cova da Iria, nas imagens que correm as televisões…

Não sei porque escolheste este local, aquelas crianças.

Não sei porquê este povo, esta gente onde nasci…

Havia tanto mundo, talvez mesmo tantos outros dispostos a ouvir-te…

 

Doce Senhora do Céu, o que encontraste aqui há cem anos?

O que te encantou nestes Pastorinhos? Nesta nossa terra?

Merecemos ainda hoje esta enorme graça?

Compreenderemos nós, neste centenário, o quanto nos amas,

o quanto esperas destes teus filhos?

 

 

Confiaste aos três pequenos uma mensagem para o mundo.

Penso que a confiaste a todo um povo.

Convidaste-nos a peregrinar, semeando nos corações dos homens

um profundo amor a Deus.

Sabendo-nos pecadores, incapazes e limitados,

estendeste-nos as escadas do teu rosário.

Pedes, hoje como em 1917, que confiemos em ti como Mãe.

 

Por isso, aqui, nesta terra que fizeste tua,

onde o Sol bailou só de te ouvir,

continuam a chegar tantos, tantos, minha Senhora querida!

Chegam do Norte, do Sul,

Dos lugares onde o Sol nasce, e de onde ele se esconde.

Peregrinos de Fátima, despidos das suas capas mundanas.

Sem fardas ou cargos, poderes ou títulos.

Homens, mulheres, crianças, jovens, velhos…

Tantos, Senhora, a dizer, de olhos brilhantes, que aceitam a tua missão.

 

Vieste visitar-nos,

Fazer-nos crianças de novo:

Para sermos pequenos para o mundo,

Mas gigantes à Luz do Amor de Deus!

Que mereçamos esta tão grande graça…

 

Com todo o meu amor,

Catarina

Catarina Gregório Martins

Cronista Mariologia

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